Elegi para leitura de férias de final de ano, o livro da autora Ali Land intitulado "Menina boa, menina má" e não me decepcionei.
Como sempre costumo comentar com as pessoas com quem converso sobre livros (que são pouquíssimas, já que quase ninguém cultiva o hábito de ler) - cada obra que leio é um tijolinho que acrescento à construção do meu intelecto e sobretudo, do meu caráter. Sempre busco fazer uma reflexão sobre cada história que leio e aplicar à minha vida, seja para acrescentar algo de bom ou para excluir algo que não presta mais.
Ali Land, através de sua narrativa me fez refletir sobre as relações tóxicas às quais nos mantemos presos, seja por laços de sangue ou mesmo por pena do outro. Mas não basta refletir, temos que agir também, e minha grande ação foi me livrar de relações que já não me acrescentavam nada, há um bom tempo - sem nenhum remorso!
Segue abaixo a resenha desse best seller, publicado em vinte idiomas:
Annie é filha de uma psicopata, serial killer de crianças. Um dia, a garota resolve denunciar a mãe à polícia e ela é presa.
Mas o fato da mãe estar longe, atrás das grades, não é suficiente para trazer a paz de espírito que Annie tanto precisa. Tantos traumas e segredos do passado não a deixam dormir direito a noite.
Annie ganha um novo nome - Milly - e é acolhida por uma nova família: Mike - um psicólogo, sua esposa Saskia e a filha do casal Phoebe. Infelizmente, Phoebe não a recebe muito bem (mesmo desconhecendo os detalhes sobre o passado de Milly) e a relação das duas se torna tensa, a medida que a frequente prática de bullying por parte da anfitriã aumenta ainda mais, com o passar do tempo.
Um grupo de especialistas passa a preparar Milly para o tribunal. A garota deverá enfrentar a mãe como testemunha de acusação no caso. E para isso, será necessário que confronte o seu passado.
A confrontação, inevitavelmente traz a tona segredos sombrios, ocultos nas profundezas da alma de Milly que vão sendo revelados pouco a pouco e envolvem a nós leitores, com a habilidade de uma aranha, nessa trama pegajosa.
Há muito tempo, não lia uma narrativa tão perfeitamente construída. Ali Land é muito habilidosa e criou um enredo envolvente e muito instigante.
A exposição inicial do conflito é seguida por um desenvolvimento crescente da narrativa, enredando-nos numa teia de suspense que atinge seu clímax no momento do julgamento da mãe de Annie - apelidada de "Assassina Peter Pan". O desfecho não deixa nenhum pouco a desejar e eu garanto que mesmo após ler a última página e fechar o livro, você vai continuar pensando na história por alguns dias.
Annie é uma personagem forte, que com sua voz poderosa é responsável por nos conduzir - dentro dessa narrativa em primeira pessoa - pelos meandros de sua mente, as vezes boa, as vezes má.
Mas o fato da mãe estar longe, atrás das grades, não é suficiente para trazer a paz de espírito que Annie tanto precisa. Tantos traumas e segredos do passado não a deixam dormir direito a noite.
Annie ganha um novo nome - Milly - e é acolhida por uma nova família: Mike - um psicólogo, sua esposa Saskia e a filha do casal Phoebe. Infelizmente, Phoebe não a recebe muito bem (mesmo desconhecendo os detalhes sobre o passado de Milly) e a relação das duas se torna tensa, a medida que a frequente prática de bullying por parte da anfitriã aumenta ainda mais, com o passar do tempo.
Um grupo de especialistas passa a preparar Milly para o tribunal. A garota deverá enfrentar a mãe como testemunha de acusação no caso. E para isso, será necessário que confronte o seu passado.
A confrontação, inevitavelmente traz a tona segredos sombrios, ocultos nas profundezas da alma de Milly que vão sendo revelados pouco a pouco e envolvem a nós leitores, com a habilidade de uma aranha, nessa trama pegajosa.
Há muito tempo, não lia uma narrativa tão perfeitamente construída. Ali Land é muito habilidosa e criou um enredo envolvente e muito instigante.
A exposição inicial do conflito é seguida por um desenvolvimento crescente da narrativa, enredando-nos numa teia de suspense que atinge seu clímax no momento do julgamento da mãe de Annie - apelidada de "Assassina Peter Pan". O desfecho não deixa nenhum pouco a desejar e eu garanto que mesmo após ler a última página e fechar o livro, você vai continuar pensando na história por alguns dias.
Annie é uma personagem forte, que com sua voz poderosa é responsável por nos conduzir - dentro dessa narrativa em primeira pessoa - pelos meandros de sua mente, as vezes boa, as vezes má.
Uma das minhas metas (das dez que estabeleci para esse ano) era de eliminar da minha vida a falsidade, ser mais sincera ainda (pois já sou bastante), além de também me afastar de pessoas que não acrescentavam nada.
Annie fez isso quando renunciou a convivência com sua mãe. Cansou de viver uma vida falsa, onde não podia ser quem ela realmente era.
Apesar de seu lado sombrio (que todos nós temos) acredito que ela fez a escolha certa. Não vale a pena se desgastar por gente que não quer melhorar, não quer evoluir. Gente destrutiva...
Recomendo muito essa leitura e desejo a você um lindo ano novo!
Comece refletindo bastante e se afastando de quem não vale a pena!!!
Annie fez isso quando renunciou a convivência com sua mãe. Cansou de viver uma vida falsa, onde não podia ser quem ela realmente era.
Apesar de seu lado sombrio (que todos nós temos) acredito que ela fez a escolha certa. Não vale a pena se desgastar por gente que não quer melhorar, não quer evoluir. Gente destrutiva...
Recomendo muito essa leitura e desejo a você um lindo ano novo!
Comece refletindo bastante e se afastando de quem não vale a pena!!!
"Menina boa, menina má"
Autor: Ali Land
Editora: Record
Páginas: 374
Avaliação: 5 estrelas


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